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Nike Futebol | Escreva Seu Futuro

Que os filmes da W+K pra Nike SEMPRE saem sensacionais ninguém tem dúvida. Sempre que um um video novo é lançado, fica a sensação de que vai ser dificil o próximo sair melhor que ele.

Na boa, quero ver superar esse:

Impressionante como conseguiram traduzir com perfeição como um jogador pode ir no céu ao inferno em segundos. Curti demais isso.

Post mais que merecido.

Outro, Tchau!

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Peça Bombástica

Inveja da peça da Neogama/BBH para a ESPN, na divulgação de BrasilxArgentina!

A peça circulou nos jornais Metro, Lance, Placar e Folha De S. Paulo.

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Esta peça explica toda a emoção e tensão do clássico entre Brasil e Argentina, no futebol.

A rivalidade e a explosividade ficam claríssimas na foto, e isso é publicidade! Adorei.

Ficha técnica
Título: Bomba
Anunciante: ESPN Brasil
Produto: Argentina x Brasil
Agência: Neogama BBH
Diretor de Arte: Thiago Cruz
Redator: Thomaz Dantas
Direção de criação: Wilson Mateos e Márcio Ribas
Direção geral de criação: Alexandre Gama
Art buyer: Mariah Bayeux e Felipe Braga
Produção gráfica: Kiyoshi Takahashi e Wellington Silva
Tratamento de imagem: Carlos Morelli
Arte final: Alexandre Acme
Atendimento: Luiz Tosi, Diego Passos, Thiago Gueler
Aprovação/cliente: André Quadra, Robert Mills, Fábio Akel

 

 

E, claro…não podia passar batido: CHUPA MARADONA!!!

99 Anos

Só pra variar (-n), uma homenagem atrasada. Mil desculpas mas esses últimos dias não foram o que eu chamaria de “tranquilos”, mas as coisas estão voltando aos eixos, e o bardaveia vai voltar a prosperar. Tomara.

Na semana passada recebi um contato interessantíssimo, um convite para postar num blog de esportes. Num blog do Corinthians. Devia escrever um primeiro post com o tema “ser corintiano é…” e o resultado foi esse que segue. Tomara que eu seja selecionado, seria maravilhoso.

Parabéns pro Timão, parabéns pra fiel torcida e la vamos nós, rumo ao centenário e mais glórias. Preparem vossas gargantas, irmãos!

SER CORINTHIANO É…

Dificil resumir em palavras. Difícil resumir em um post, visto que já é difícil resumir em uma vida!
Se o tempo fosse curto e eu tivesse que responder com uma só palavra, eu diria “diferente”. É, diferente.

É fácil se apaixonar pela menina mais bonita da escola, ser fã do artista mais premiado… Mas e o contrário?
Não que ser corintiano seja pior, longe disso. É apenas “diferente.”
É diferente torcer para um clube que não talvez não seja o mais vitorioso, nem teve o melhor time ou os maiores craques de todos os tempos. Nem se vangloria de ser o mais rico ou (teóricamente) com a maior torcida.
Diferente apoiar aquele que talvez não tenha os mais importantes títulos ou o mais belo estádio.

Diferente colocar um clube acima disso tudo.

Isso por que para nós corintianos ele é sim o mais belo, o mais rico, o mais glorioso, o maior!
É diferente de se fazer uma escolha sobre qual time torcer, é uma religião.
É acreditar no inacreditável, esperar o inesperável.
Fazer parte de uma verdadeira nação, que canta, vibra comemora e chora. E faz isso em conjunto, com um objetivo em comum: o Corinthians.
É sair de casa com o dinheiro trocado, passar fome e frio debruçado no alambrado, ter acessos de raiva e desconforto, e ainda assim achar aquilo a melhor coisa do mundo. E na semana seguinte repetir tudo de novo.

É relembrar de ídolos que seus amigos “normais” sequer ouviram falar. É acreditar que Neco, Luizinho, Zé Maria, Tupãzinho, Baltazar e tantos outros estão entre os maiores de todos os tempos.
É acreditar que aqueles onze guerreiros que entram em campo são os mais fortes e mais capazes para vencer a batalha. Mesmo que não o sejam.
É conviver com os que o amam  e os que o odeiam, pois não há meio termo. É ouvir falarem mal dele o dia todo, a todo momento, em todo lugar. É perceber como ele incomoda.

É rezar, acender velas, fazer promessas e não desistir nunca.
É aquela nostalgia ao ver aquele escudo, aquele arrepio ao ouvir aquele hino, aquela alegria em vestir aquela camisa. Você tem que concordar comigo, é diferente.
Ser corintiano é levar consigo, por toda a vida, um orgulho imenso de fazer parte da maior manifestação de paixão que alguém julgue possível. Não temer, não se afastar, não desmentir, não abandonar, não se diminuir.

Por que é diferente? Sinceramente, isso eu não sei. Talvez sequer exista uma explicação
Mais uma coisa é certa: Se você não é corintiano, eu lamento muito, mas você jamais entenderá o que é essa paixão.
Como já dizia o sábio Toquinho:

“Corinthians do meu coração,
Tu és religião de janeiro a janeiro.
Ser corinthiano é ir além
De ser ou não ser o primeiro.
Ser corinthiano é ser também
Um pouco mais brasileiro.“

Desta vez não vou falar da rodada…

Agora é hora de falar da heróica vitória do Brasil. Não, antes melhor falar da Espanha. A Fúria conseguiu um invejável terceiro lugar num campeonato de 8 times, entre os quais estavam a forte seleção do Egito, os ótimos Americanos, e o Tradicionalíssimo Irã. Ou seria Iraque? Ah, que seja. Era ruim do mesmo jeito. Os espanhóis parece que resolveram que esta Copa das Confederações seria o campeonato do impossível. Os caras conseguiram a proeza de serem eliminados pelos EUA. Sim, o time do basquete, do Baseball, do outro futebol… enfim, eles. Timinho sem vergonha. Daí depois quaaaase conseguiram perder da África do Sul. Ta certo que os Bafana-Bafana jogaram em casa e tal. Mas, se juntarmos um time totalmente sem expressão a um técnico como Joel Santana, não podemos esperar que tal seleção sequer marque um gol. O Joel e aquela pranchetinha dele… Mas enfim, os espanhóis conseguiram uma heróica virada. Venceram, na prorrogação, os donos da casa e terminaram a competição, como já disse, com um incrível terceiro lugar.

Um pouco mais tarde foi a vez do Brasil. Sério, como o dito “país do futebol” toma dois gols do “país do fast-food”? O time estadunidense é sofrível. Muito ruim mesmo. O Brasil começou melhor (?) e dominou a partida. Mas os americanos “acharam” dois gols, sem falha alguma de nossa defesa e viraram o primeiro tempo na frente. Aí demos sorte. O L. Fabiano fez dois: um golaço e o outro um puta gol cagado. Depois do Sr. Robinho ter perdido SEM GOLEIRO em baixo da trave. No final, o Lúcio acertou uma cabeçada e acobertou as “excentricidades” (pra não dizer burrice) de nosso treinador.

A atuação do Dunga foi um espetáculo à parte. Primeiro escalou o G. Silva (não sei o que ele vê naquele cone). Não marca, não passa, não atrapalha o adversário, não faz nada, aquela praga. Depois, além de ter insistido com o PÉSSIMO Maicon, ao invés de escolher o D. Alves, optou por colocar o lateral direito reserva improvisado na esquerda. Se era pra tirar o André pra improvisar outro, por que diabos levou o Kléber? Não entendo. Ele ainda insiste com Elano, Robinho, Luisão, Josué. Pra piorar ainda leva o Gomes. Já pensou se o J. Cesar se machuca, o desastre que ia ser.

Bom, o importante é que o Brasil ganhou e o título vai encobrir a falta de qualidade de nossa seleção e seu pseudo-técnico.

Não duvido ver em breve a seguinte dupla de ataque: D. Tardelli e Souza.

Aiai… alguém aí liga pro Muricy, pelo amor de Deus!

Resumão da Rodada…

A 5ª rodada do Brasileirão começou na quinta-feira, com dois jogos. O Grêmio bateu o Náutico por 3×0, em Náutico enquanto Santos e Santo André ficaram no 3×3. O destaque desta partida foi o goleiro/lutador de kung-fu Fabio Costa, que numa entrada um tanto quanto delicada, tirou o lateral Gustavo Nery do jogo e ainda o deixou de molho pelos próximos 2 meses. No sábado apenas uma partida: o Timão bateu o Coxa por 2×0 no Pacaembu em um bom jogo. O Corinthians mandou no jogo durante os 90 minutos e abriu o placar com, acredite se quiser, Souza, aos 45 minutos da primeira etapa. Detalhe: não foi de pênalti. Aos 10 da segunda etapa o maestro Douglas, que fez grande partida coroou a boa atuação com um belo gol de cabeça em grande trama pela esquerda. O Goleiro Felipe mal sujou o uniforme. Outro destaque da partida foi o retorno aos gramados do Ala/Lateral/Volante/Meia Marcelo Oliveira, após longos 22 meses longe do futebol por conta de diversas cirurgias. No domingo a rodada seguiu com outros 7 jogos: São Paulo e Avaí não saíram do 0x0 em Floripa. No Parque Antartica, Palmeiras e Vitória fizeram um jogo sem nenhuma técnica, mas muito disputado. O time baiano tinha o jogo nas mãos e só não saiu do Palestra com uma goleada graças ao juizão e ao goleiro Marcos, como sempre os melhores do time. O Verde conseguiu achar um gol no finalzinho da partida em uma cabeçada de Mauricio Ramos e saiu com a vitória por 2×1. Apodí abriu o placar para os rubro-negros e Ortigoza empatou para o alviverde. Joguinho sem graça. No clássico carioca o Flu bateu o Bota por 1×0 com gol de Fred. Outro joguinho sofrível que foi decidido no final. O Duelo dos favoritos Inter e Cruzeiro terminou com empate em 1×1 com um a menos para cada equipe. Kléber e Lauro foram expulsos após troca de carícias na pequena área. No embate dos atléticos, o mineiro goleou o paranaense por 4×0. A derrota culminou com a saída do técnico Geninho do comando do furacão. O grande jogo da rodada ficou por conta de Sport e Flamengo, na ilha do Retiro. Aos 10 do primeiro tempo o Fla já vencia por 2×0 com dois gols de Emerson. Aos 30 começou a reação do Leão da Ilha: O zagueiro Durval marcou de cabeça. Aí começou o show de Weldon, que marcou os próximos três gols dos pernambucanos. Aos 38 da primeira etapa o Sport já vencia por 4×2 e este foi o placar final. Pelas eliminatórias nossos hermanos passaram apertados pela forte Colômbia, 1xo. o Chile bateu o Paraguai por 2×0 e o Brasil meteu 4×0 no Uruguai em pleno centenário, quebrando um tabu de 35 anos sem vitórias da seleção canarinho por lá. Daniel Alves, Juan, Luis Fabiano (que depois foi expulso) e Kaká ( de pênalti) marcaram para o Brasil. A seleção de Dunga volta a campo na quarta-feira contra o Paraguai em Recife.

Tomara que a maldição dos jogos em casa não ataque novamente. E que nossoamado técnico saque aquele mané do Kléber e escale o André, que é muuuito mais jogador que o outro lá.

Mata-mata contra bambi, de Sampa ou do Rio, sempre dá Timão!

Meu primeiro post aqui. Vou falar de ontem. Do jogo. Antes, durante e depois.
Aula do Fabiano. Cheguei atrasado. Transito. Subi. Um “iae” pro professor. Beijo na Sanny. Ligo um PC. Não funciona. M…! Ligo outro. O Daniel chega e pergunta se falta muito pra ir embora. Chega o Allan. Tenho carona. Atendimento. Passou, vamos embora. Não, esperamos a Monique. Vai com a gente. Marginal. Dutra. 21:53, passo na frente de um buteco. Fred ta dando a saída. Chego em casa. Beijo no pai. Beijo na mãe. Falta! Golaço! Chicão! Alias, falando nele… Futebol português? Acho que vai mesmo. Benfica. Espertos os gajos. Sabem o que é bom. Mais alguns minutos, belo passe de Dentinho. Gol no estilo “futevôlei” de Jorge Henrique. De coxa. Cobertura. 2×0. Final contra quem? Segundo tempo, pegamos no sono. 2×2. Bom esse Conca. Não melhor que o Douglas, Morais, Boquita. Mas bom. Veio o sufoco. Passou. Fiel cantando. Seguimos na Copa do Brasil. Vamos à final contra nossa filial gaúcha. Nada menos que 4 jogadores de lá já passaram pelo Parque. Mais o Técnico. Ta bom, temos o Vasco antes. Eles o Coxa. Mas tá definido. Semifinal é mera formalidade do calendário. Falando no vermelho do sul tomaram sufoco do flamenguinho – Flamengo grande, com F maiúsculo, é o nosso, o de Guarulhos – Não é que quase perderam a vaga em pleno Beira-Rio praquele timinho da Gávea? Mas passaram. O Vasco também. Bateu em bêbado. O Coxa já tava esperando. Enfim… Vamos à final contra o Inter. Jogão. Hoje tem convocação do Dunga. Ele vai levar o Nilmar. Menos um. Mas não duvido que leve também Felipe, Alessandro, Chicão, William e André Santos. Cristian, Elias e Douglas. Jorge Henrique, Dentinho e Ronaldo! Aliás, se eu fosse ele convocaria também, e, principalmente, o Mano Menezes.

Até mais.